Não há amor como o primeiro.
Nem foda como a segunda.
O primeiro amor é importante.
Mas o primeiro sexo era escusado. Excepto porque tem que haver uma primeira vez. Embora essa primeira vez seja desajeitada e perfeitamente evitável.
O amor devia ser como tirar a carta. Devia haver uma idade mínima para ter.
A partir de determinada idade devia também haver renovação da licença para amar. Tal como a carta de condução podia haver exames de avaliação de dureza peniana e de lubrificação vaginal.
SEXO COM IDADE MÍNIMA
Nos caso dos mais novos e antes da idade de copular freneticamente podia ser-lhes atribuída uma licença de condução tipo mota. Uma licença de masturbação aos 12 anos e de carícias recíprocas a partir dos 14. Depois de dois anos ou de 500 ejaculações o menor pode ter acesso à carta de marear em sexos alheios.
Na arte do amor também existem multas e penalizações.
Assim fingir uma dor de cabeça ou trocar o sexo por um jogo de futebol devia ser passível de uma coima.
MULTAS SEXUAIS
Mais grave será a ejaculação precoce ou a recusa de lamber o que é devido.
No topo da lista podia aparecer a falta de tesão e a falta de orgasmo múltiplo.
Pior do que isto, é caso de polícia.
Falo de fazer o amor físico com gonorreia, sífilis ou outros corrimentos não laváveis com sabão rosa ou tratáveis com penicilina.
Assim avô, esqueça lá isso.
Avó descanse em paz, que para isso existem uma meninas que o avô pode alugar.
Caro netinho, treina até atingir a perfeição.
Netinha, desflora.
Que está a chegar a primavera.
E você, é condutor praticante?

















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