O que gosto mesmo, mesmo, mesmo, é ligar-me com as pessoas.
Olhar dentro do olho. Explicar mudo o que quero num curto-circuito de espíritos.
Como se olhar-te na menina do olho fosse como que uma entrada sorrateira dentro de ti. Contigo a ver-me pelo canto do olho. Com a visão periférica ligada. Com o coração a servir de sonar.
É nesse instante que a comunicação absoluta acontece. Sem palavras excedentárias. Sem tocar demais. Mas olhando até ao mais profundo íntimo do teu saborear.
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