Sempre sonhei ter uma professora assim.
Com o sexo na boca.
Falando desabridamente das orgias romanas e mesmo ofercendo exemplos prácticos da sua própria vida sexual com o marido.
É sempre últil ter uma professora que nos diz na aula quem são as nossas coleguinhas que já não são virgens aos 13 anos.
RAPARIGAS POPULARES
É a chamada janela de oportunidade. É importante saber quem são as colegas mais abertas. Ou já a abertas. Que já desabrocharam portanto. E todos sabemos quão populares são estas raparigas.
Depois a professora podia deitar-se desnuda sobre a mesa e cobrir-se de alimentos como uvas, beterrabas, rabanetes e pepinos. E cada de nós pequenos aprendizes de feiticeiros poderíamos debicar pedacinhos dos alimentos naturais oferecidos pela professora. Seria um fartote de depenicar, como os pintaínhos à volta da galinha.
ORGIA ROMANA
Era uma verdadeira orgia na escola secundária. Um sonho de qualquer adolescente.
Não fazer o amor mas apenas o sexo bruto e gratuito com uma professora.
E aí sim: A professora de História seria mitológica e teria outros conteúdos para partilhar com gerações vindouras de alunos virgens mas esperando ardentemente pelos banquetes na escola secundária.
ETERNAMENTE VIRGEM
Esta aulas só tem um senão. É quando a profesora se dedica a insultar as nossas mães que sabemos nunca terem feito sexo e como ela apenas romperam o himen para sair a cabeça do bebé, que somos nós.
Que romãntico.
Pensar que a minha cabeça foi afinal o primeiro pénis da minha mãe.
Sou eu e Jesus Cristo.

















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