O Primeiro-Ministro visita esta quarta-feira a primeira farmácia aberta ao público dentro do maior hospital português: O Hospital de Santa Maria em Lisboa.
Mas esta inauguração não passa duma desculpa. De um disfarce para que José Sócrates possa comprar preservativos.
É verdade, o Primeiro-Ministro consegue correr sobre a Ponte 25 de Abril ou mesmo ir ao supermercado e os eleitores fingem que ele é um anónimo engenheiro civil.
Mas Sócrates não consegue ir a um farmácia descansado comprar camisas-de-vénus.
Primeiro por que toda a gente pensaria piadas parvas sobre a namorada dele. E depois por que não é fácil pedir preservativos numa farmácia em plena guerra sobre os genéricos. E mesmo que o Primeiro-Ministro quisesse dar uma de politicamente correcto pedindo camisas genéricas dificilmente ele compreenderia que lhe vendessem película aderente ou um saco de supermercado lavável e reciclável.
O pior de tudo é que o preservativo podia vir acidentalmente roto ou furado pelas unhas da farmacêutica que por coincidência é prima dum dirigente da Associação Nacional das Farmácias.
Por isso o Governo mandou abrir esta farmácia
A única coisa que Sócrates não pode fazer é dar largas à imaginação abstendo-se de pedir preservativos com sabores, anilhas estimulantes ou lubrificantes iguais à tuneladora que fez o túnel do metro.

















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