Uma das grandes empresas portuguesas está a sofrer um vendaval.
De súbito um pelotão da PJ munido de calculadoras, computadores e óculos de vidro fundo de garrafa, entraram na empresa e deixaram a porta aberta.
Depois o chefe do pelotão abriu a janela e foi uma corrente de ar que só visto.
Um vendaval, portanto. Um furacão.
O que me intriga nesta operações são os métodos.
Se os senhores das finanças vão investigar uma eventual fraude fiscal devem ir vasculhar as facturas e os papéis, porque causam um furacão?
Aquilo deve ir tudo pelos ares. Ficar tudo uma confusão do catano.
Se um dia as finanças fizerem um furacão lá em casa, eu estou pronto e prevenido.
Os papéis da finanças estão todos em caixas de sapatos. E o arquivo geral é a caixa grande dum micro-ondas.
Por isso, senhores das finanças, tudo o que procuram está dentro da sapateira.
E longe da janela.
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joaquim amorim ,ja esta a ser arguido tambem no brasil em natal por compras de muitos hc de terras com partes dos pagamentos feitos no estrangeiro para branquear seu dinheirinho ……