As funcionárias da Loja do Cidadão de Faro no Algarve estão proibidas de usar decotes generosos e minissaia nas suas funções.
É incrível como podem retirar ao cidadão esta medida compensatória pelo tempo de espera nas Loja do Cidadão. Claro que é aborrecido esperar, mas sempre valia a espera quando à chegada da nossa vez podemos ser recebidos por uma funcionária que nos deleita com as suas mamas esparramadas sobre o balcão de atendimento. Com um pouco de sorte é uma moça com menos de 60 anos e já com os papéis entregues para a reforma.
Mas não, o Estado é mau para as pessoas.
MAMAS AO LÉU
Proíbe as novas, belas e frescas funcionárias do atendimento da Loja do cidadão de mostrar ao povo que vale a pena pagar o seu salário.
O código de conduta vai ser obviamente fiscalizado com diligência pelos coordenadores das Lojas do Cidadão. Imagino-os munidos de uma régua medindo o tamanho dos decotes. E usando mesmo um equipamento de topografia para avaliar da profundidade e vislumbre das colinas mamilares das funcionárias.
MINI-SAIA CURTA
Igualmente imagino-os a medir a palmo a distância entre o rebordo da saia e a cuequinha da funcionária. Mais de 5 dedos é razão para processo disciplinar. Ou de marcação de cirurgia para recompor o excesso de dilatação.
Ainda por cima é uma regra sexista.
Então e os homens?
Os que usam camisa desabotoada, mostram os pelos do peito com fio de Ouro onde está pendurada a cruz de Cristo emaranhada no pelame?
E aquelas calças apertadas onde os rabos se ostentam às cidadãs enquanto o funcionário de apanha uma caixa no balcão lá de trás?
DECOTE MOSTRA MAMAS
Já nem falo dos funcionários de tiram macacos do nariz ou babam saliva ao atender uma cidadã que oferece o seu decote ao funcionário num gesto de generosidade. E na esperança de resolver um problema burocrático bicudo.
O problema é que estes atendimentos demoram 20 minutos.
Não percebo porquê…

















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