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Do topo do mundo ao fundo da motanha.
O Benfica perdeu com o clube que não a ninguém: o Trofense.
Perder com o Trofa? E por dois a zero???!!!
Pior do que perder é jogar sem alma.
Este clube merece um estudo sociológico e psicológico.
Se quando um clube está em primeiro e joga como joga, onde vai arranjar motivação.
Claro que com jogadores como o Binnya que jogam mais andebol com variações de karaté, quem sobrevive?
Nada como ter um super-herói a sério como o Hulk do f.C. Porto. Só não é verde. É Azul.
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Desvaneceu-se a minha última réstia de esperança.
Morreu a mulher mais velha do mundo.
Era portuguesa e tinha 115 anos.
Se não fosse portuguesa se calhar nem saberíamos quem era.
Provavelmente a esta hora está uma qualquer chinesa ou russa a festejar o título da maior sobrevivente de sempre. Até daqui a 15 dias.
Afinal somos todos um sobreviventes embora poucos com tendência para chegar a idades mais próprias dos elefantes.
Continue a ler “Como atingir a imortalidade”
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Só pode ser.
Depois da escuridão de 2008.
Se bem que 2009 em comparação se anuncia como um buraco negro.
Ainda bem que o acelerador de partículas do CERN pifou.
Será que vai ser mesmo difícil?
E não podemos saltar directamente para 2010?
Assim fazíamos a Odisseia no Espaço.
Vamos juntos?
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50 mil.
Iuppiiii.
Serve este artigo, simplesmente, para agradecer aos 50 mil visitantes que leram o Palpitar no último ano.
Só gostava de saber o que raio lhes passou pela cabeça?
Não tinha mais nada para fazer? Ou endoideceram de vez?
Mesmo que tenha sido por recomendação do vosso psiquiatra:
Obrigado.
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Tenho a melhor profissão do mundo.
Sou pago para pensar.
Se quiser ser mais rigoroso, sou pago para escrever o que penso. Ainda que o que penso possa ser a mais completa e rotunta bestialidade. Se isso acontecer - o que não é dificil - ainda me pagam mais.
Isso mesmo. Tal como as modelos magras ou os gordos divertidos, também umas linhas estúpidas são mais rentáveis do que dois pensamentos brilhantes.
É por isso que escrevo muitas vezes sobre as Lili Caneças da vida. Mas escrevo sobre as netas dela. E todas as rapariguinhas que tem a idade das suas bisnetas e que querem aparecer na televisão. Sobre os gajos nem vale a pena. São todos uns moranguitos com açúcar alergicos a vaginas depiladas.
Pro falar disso. Ouvi dizer que estava outra vez na moda…
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Algum dia teria de ser.
Vou escrever sobre as peúgas do Natal.
Não. Não são aquelas meias gigantes que colocamos junto da chaminé para o Pai Natal deixar os seus presentes. São as outras. Aquelas que se oferecem às pessoas que não merecem mais. Ou cujo orçamento que lhes reservamos foi ultrapassado pela descida da nossa conta bancária.
Estou a falar de meias de lã. Meias brancas com raquetes ou com losangos cinzentos ou castanhos.
Isso sim. Isso é que é um verdadeiro sinal de amizade.
Nada de prendas caras ou de bom gosto.
Viva as mais pirosas, rascas, feias mas quentes peúgas de natal.
E sim, elas são o verdadeiro signo da amizade. Porque se algum dos nossos amigos receber um par de meias e continuar a ser nosso amigo, é porque é a sério.
Ou então tem frio nos pés. Ou sabe que vimos que ele tinha uma meia rota.
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