Na votação sobre a lei dos casamentos entre homossexuais, lésbicas e outras fichas e tomadas trocadas, os deputados deviam poder sentar-se ao colo uns dos outros ao votar.Posted by (0) Comment
Há hoje um congresso sobre o suicídio.
Um congresso com médicos e especialistas mas onde faltam os principais interessados.
No limite só deve haver para lá um par de maricas que ‘quase’ se suicidaram.
Quase.
Porra, há uns tipos tão falhados, vão falhados, que até falham quando se querem matar. Definitivamente não merecem viver.
O congresso dos suicidas é no Luso.
Aposto que o lema é: ‘Não te suicídes, bebe um copo de água ‘.
Mas não te afogues.
É perigoso.
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As mulheres com púbis de peluche não são para brincadeiras.
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Porque é que as lésbicas são sempre furiosas?
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O efeito Vanessa Fernandes já se está a sentir em todo o país, como um vento norte de rajadas acima dos 100 km/hora.
Os portugueses estão a andar mais de bicicleta e menos de carro.
Não há nada como uma medalha de prata olímpica para que os portugueses se voltem a sentir uns joaquins agostinhos da vida. E toca a pedalar.
Aliás os portugueses estão muito próximos do tempo em que Joaquim Agostinho ganhava sucessivamente a Volta a Portugal e mordia os calcanhares dos primeiros na Volta à França.
Era o tempo dos emigrantes para França, do vinho tinto consumido em medidas de garrafões, de pobreza, de fome e de analfabetismo.
Na altura ninguém tinha carro. Hoje, ninguém tem dinheiro para a gasolina.
E por isso os portugueses andam de bicicleta. Excepto os que vivem a 40 kilómetros das grandes cidades e que só tem uma autoestrada entupida a a servir de ciclovia.
A única coisa que poderia aumentar mais os passeios de bicicleta dos portugueses era um decreto do Ministro da Economia para retirar os selins das ditas. Isso a juntar à liberdade dos deputados do PS na liberalização dos casamentos para os homossexuais.
Neste mundo ideal aposto que até se poderiam fazer cortejos matrimoniais de bicicleta. Os noivos à frente, o padre e as freiras lá atrás.
Todos felizes e aos saltinhos, aproveitando os buracos da estrada e a falta do selim.
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As gordas tem sempre sinais gordos. É uma evidência. E um mistério. Porque tem as gordas sinais do tamanho de bolas de ténis? No queixo. Pretos. Com pêlos a nascer na base? Nunca vos apeteceu arrancar um com as unhas?
A mim já!
Mas não consegui.
As tetas da gorda eram maiores do que os meus braços. Os mamilos ao invés de parecerem ovos de codorniz estrelados, pareciam uma fritadeira para fazer omeletas familiares.
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um estudo da TVI diz que os portugueses confiam mais nos bombeiros, nos carteiros e nos professores.
Todos são rápidos: os bombeiros a atacar o fogo, os carteiros a entregar cartas e os professores a desviarem-se dos murros dos alunos
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As casas limpam-se a pano.
E os sexos, a língua?