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Os portugueses estão a mudar os seus hábitos de vida.
Se até há poucos anos, praticamente só tomavam um banho semanal, agora preparam-se para mais uma revolução nos seus hábitos de higiene.
Aproveitando a prevista subida do preço da água e quiçá a ultrapassagem pela direita do preço do petróleo, os portugueses vão mudar.
Vão mudar de líquido. Desistem da água e vão passar a banhar-se em cerveja. Os mais radicais podem experimentar o vinho tinto, os snobs usam vinho branco e os ricos champanhe ou espumante da Bairrada com rótulo escrito em francês.
O uso de cerveja ou de vinho para tomar banho tem outra vantagem adicional: o líquido pode ser reciclado e bebido na próxima refeição.
Isto desde que – e isto é muito importante – ninguém faça chichi na banheira. Como os portugueses fazem habitualmente nas piscinas públicas.
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Dia Nacional do Ego.
Uma citação num jornal nacional.
No Público.
Jornal do qual sou leitor compulsivo.
Assalta uma dúvida. Uma única.
“Assaltar” é capaz de ser uma má palavra aqui, neste contexto.
Volto à vaca fria.
O facto de ter sido citado pelo Público irá reduzir a liberdade com que escrevo aqui no Palpitar?
E se um dia eu escrever uma barbaridade em forma de humor e aparecer citado? E se as pessoas que lerem no jornal não perceberem o contexto deste blog?
Pelo menos já sei uma coisa: Depois deste artigo convém-me evitar comer em picanha em restaurantes brasileiros.
Olha, vou comer chinês, que está na moda.
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O primeiro-ministro, José Sócrates, recebe hoje o Presidente venezuelano, Hugo Chávez, ao fim da tarde, em São Bento, onde deverão ser assinados acordos bilaterais económicos, com especial incidência nos domínios das obras públicas, habitação e energia.in Publico
O Ministério da Saúde está a prestes a resolver o problema da falta de médicos de família nos centros de saúde da região de Alverca.
Sim é verdade que há muitas pessoas sem médico.
Mas a partir do próximo dia 12 de Agosto tudo vai mudar.
Há um médico esquizofrénico que se vai apresentar ao serviço.
E com provas dadas de bem fazer ao próximo.
O seu curriculo incluiu uma tentativa de matar um vizinho à machadada.
O tribunal declarou-o como inimputável.
Vive com uma mulher com problemas mentais e há um processo de maus tratos sobre um filho do casal.
Já a agora, a ex-mulher deste médico depois de morrer esteve na morque por 6 meses até ser identificada.
Valem os argumentos do tribunal. Lidos no JN.
Querem melhor razão para não ter médico de família?
No despacho, a procuradora do MP considera que C.V. é inimputável por sofrer de esquizofrenia paranóide. Mas a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) não teve em conta o parecer e o médico regressará ao trabalho a 12 de Agosto [o anúncio está colocado no centro de saúde]. O JN tentou, sem êxito, obter uma reacção tanto dos responsáveis da ARSLVT como do posto clínico.
O exame às faculdades mentais de C.V. concluiu que padece de psicose paranóide, necessitando de tratamento psiquiátrico. Caso contrário, “pode criar perigo, quando não sujeito a tratamento e acompanhamento psiquiátrico”.