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Dia Nacional do Ego.
Uma citação num jornal nacional.
No Público.
Jornal do qual sou leitor compulsivo.
Assalta uma dúvida. Uma única.
“Assaltar” é capaz de ser uma má palavra aqui, neste contexto.
Volto à vaca fria.
O facto de ter sido citado pelo Público irá reduzir a liberdade com que escrevo aqui no Palpitar?
E se um dia eu escrever uma barbaridade em forma de humor e aparecer citado? E se as pessoas que lerem no jornal não perceberem o contexto deste blog?
Pelo menos já sei uma coisa: Depois deste artigo convém-me evitar comer em picanha em restaurantes brasileiros.
Olha, vou comer chinês, que está na moda.
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Tudo escuro. Só letras. Só palavras. Só ideias.
É muito divertido escrever num quadro preto com letras verdes. Como nos antigos computadores, lembram-se?
E porque estou eu a falar disto? Porque descobri um progtamita chamado “dark_room” via o Fique-Rico.
E o que é o “dark-room”? É o mais simples e básico processador de texto que existe. um écran preto com letras verdes. Sem corrector ortográfico, sem mariquices de tabulações, caracteres, e tudo o mais dos super-processadores de texto como o habitual Word.
E para que serve tão pouco? Para tudo.
Tem tudo menos qualquer distracção.
E isso é fundamental no processo criativo de escrita.
Ter o básico e limpar do écran tudo o que é inútil.
E o básico é um papel e um lápis.
Simplesmente.
Depois basta escrever.
É como escrever um poema num guardanapo de papel no café.
Não vos acontece?
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Os 7 temas de que vale a pena escrever.
Ainda por cima são dos mais rentáveis contando o retorno publicitário.
Para conseguir escrever o artigo perfeito podemos incluir todos estes ingredientes.
Uma sopa de letras
Segue um exemplo absurdo duma sopa de letras
Um homem rico, casado com uma mulher ciumenta, está desempregado e deu uma entrevista à Caras sobre a sua condição. É a prova de que o dinheiro não chega para chegar à manjedoura do poder embora sempre sirva para ter algum conforto material. Como jogar golfe ao fim-de-semana. Também é preciso ter sorte. Para meter a bola no buraco, para arranjar um emprego ou para aparecer numa revista social, ao invés do 24 horas
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Se não posso tocar-te.
Contemplo-te.
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Há dias completamente frustrantes.
Dias em que faço tudo bem, e corre tudo pior.
Nesses dias obrigo-me a um sopro de alma. A uma injecção de crença.
Sei, porque sinto, que amanhã será melhor.
Depois rio-me.
Afinal quando algo nos foge da perfeição, descobro um pedaço de mim para rebocar.
Amanhã dedico-me ao aperfeiçoamento.
Ficarei longe, mas mais perto.
Afinal não sou o único.
O Cão com pulgas também tem um duplo dilema que partilho.
O que fazer quando se apreciam belas mulheres e se nasceu com algum talento para escrever.
Calro que o amigo Cão tem um problema ainda maior, censura a sua própria criatividade, mantendo post´s no congelador.
Ainda bem que não guardou este
Reflexões de um cão com pulgas…: Havia uma Deusa no meu banco (Revisto)
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Nos momentos criativos escrevo sem fim. Escrevo sem destino.
Nesses momentos são apenas o catalisador duma vontade divida que me atravessa. É como a corrente dum alternador. Alguém dita e eu faço de máquina de escrever.
Mas é nesses momentos em que me sinto possuído por um espírito em mim que me sobrelevo na escrita. Parece que moram aqui dentro uns duendes cuja função principal é verterem escritos nas minhas mãos.
Deixo-me ir. Mas queria partilhar isto contigo.