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- Tenho aqui uma sandes do meu pequeno almoço
- Mas já são 4 da tarde
- Pois… Esqueça-me de a comer de manhã…
- Come-a agora.
- Agora já não posso..
- Come-a de almoço.
- Já são 4 da tarde.
- Ok. Lanche?
- Já está dura.
- Deita-a fora.
- Não posso. Há muitas pessoas a passar fome.
- Come essa merda, de uma vez por todas!
- Não como!
- Come!
- Não.
- Se já decidiste, porque me perguntas-te?
- Pensei que querias a minha sandes…
- Ok, eu quero.
- Não. Agora já não ta dou.
- Chato de merda.
- Mal agradecido.
- Desculpa. Vamos jantar?
- Sim, dividimos a minha sandes.
- Então mas não estava dura?
- Não, só tem um bocadinho de bolor.
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Qual é a vantagem das férias?
“DESCANSAR ESTÚPIDO”, gritais em conjunto.
Pois eu não acho. Tenho uma teoria que quero partilhar convosco. A malta precisa de férias não para descansar mas para sobreviver. Para sobreviver ao chefe.
Pois claro.
Só nas férias é que percebemos o pequeno poder terrorista que o torcionário do chefe exerce sobre qualquer um de nós, da plebe, do povo.
Assim quando chegam as férias, há um peso que desaparece. Há um telemóvel que não se atende. Há a impossibilidade de comunicação.
Por outro lado perde-se o divertido que é imaginar planos para derrubar o chefe. Para o corromper, maçar, aborrecer, irritar, neutralizar.
Acho que vou mandar umas mensagens para os escravos que estão a trabalhar dando-lhes um par de ideias para enfurecer o chefe.
É o chamado terrorismo de controlo remoto.
Aprender a preguiçar no trabalho é uma tarefa que se aprende logo na escola. Um verdadeiro trabalhador´só pode ambicionar ser reconhecido como o mais calão do escritório se aprender as ferramentas básicas logo desde a primeira classe. Claro que depois pode refinar a sua arte na escola secundária e na faculdade se tiver o azar de lá ir parar.
Por isso decidi dedicar este artigo a uma das mais importantes habilidades dentro da sala de aulas: o posicionamento.
Se no escritório raramente podemos escolher o nosso lugar de trabalho, na escola essa é uma liberdade a não desaproveitar.
Lembrem-se que no escritório temos que inventar ecráns de computador elevados, flores, pilhas de livros ou papéis, retratos de família ou fingir que estamos ao telefone para conseguirmos uns minutos de balda cortando o olhar do chefe.
Na escola, basta escolher um bom lugar. E o lugar diz tudo sobre o aluno. Explico-me. Tipos de aluno:
Querem saber qual´é o vosso lugar?
Usem a equação matemática :
x= quanto te preocupas
quanto sono tens
Então qual é/era o vosso lugar na escola?
E agora no emprego?
Aproveitem e leiam este interessante artigo