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Esta semana fui contratado para falar num convento de freiras.
Na realidade freiras, frades e escuteiros.
Tudo correu bem.
Bem.
Mais ao menos.
Na sessão eu descobri finalmente porque é que a Igreja acolhe os escuteiros e os escuteiros parecem estúpídos como portas.
É a forma dos frades e das freiras se puderem divertir sem que ninguém desconfie. Afinal estão lá os escuteiros… Ceguinhos.
A única coisa que não correu bem foi que a cada piada, as freiras diziam “Valha-nos Deus” e os frades soltavam traques. Os escuteiros ficavam amarelos.
Logo, os traques dos frades são tóxicos e as freiras ou tem pouco sentido de humor ou o nariz entupido.
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Depois dos brasileiros terem mostrado a Portugal como se realiza um belo assalto com final dramático, os portugueses resolverem mostrar ao mundo que conseguem fazer ainda melhor, ainda mais dramático.
O assalto correu mal, não havia TV e os GNR do campo tem menos pontaria do que aqueles snobs dos GOE. No argumento destes assaltantes ficou escrito que a criança levou um tiro. E morreu.
Como isto não é um filme e a família dos alegados assaltantes ficou zangada não com os familiares mas com a polícia, vai apresentar queixa.
um brasileiro se lembraria de tal.
Proponho por isso que nos carros usados para assaltos com crianças se cole no vidro traseiro o símbolo de “Bebé a bordo”.
Familiares vão avançar com um processo-crime
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Tudo escuro. Só letras. Só palavras. Só ideias.
É muito divertido escrever num quadro preto com letras verdes. Como nos antigos computadores, lembram-se?
E porque estou eu a falar disto? Porque descobri um progtamita chamado “dark_room” via o Fique-Rico.
E o que é o “dark-room”? É o mais simples e básico processador de texto que existe. um écran preto com letras verdes. Sem corrector ortográfico, sem mariquices de tabulações, caracteres, e tudo o mais dos super-processadores de texto como o habitual Word.
E para que serve tão pouco? Para tudo.
Tem tudo menos qualquer distracção.
E isso é fundamental no processo criativo de escrita.
Ter o básico e limpar do écran tudo o que é inútil.
E o básico é um papel e um lápis.
Simplesmente.
Depois basta escrever.
É como escrever um poema num guardanapo de papel no café.
Não vos acontece?
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Domingo é um bom dia para dormir. E pouco mais.
Ou para investir um pouco na melhoria da “cara” deste Palpitar.
Desde logo com o realce dos comentários e dos comentadores. Os comentários deixados neste blog são sempre livres e podem ser mesmo anónimos. Até que algo de insuportável aconteça aqui vale a liberdade total de expressão.
Depois descobri os mais fantásticos bonecos para apelar à subrescrição deste blog. Gostam?
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Uma das grandes empresas portuguesas está a sofrer um vendaval.
De súbito um pelotão da PJ munido de calculadoras, computadores e óculos de vidro fundo de garrafa, entraram na empresa e deixaram a porta aberta.
Depois o chefe do pelotão abriu a janela e foi uma corrente de ar que só visto.
Um vendaval, portanto. Um furacão.
O que me intriga nesta operações são os métodos.
Se os senhores das finanças vão investigar uma eventual fraude fiscal devem ir vasculhar as facturas e os papéis, porque causam um furacão?
Aquilo deve ir tudo pelos ares. Ficar tudo uma confusão do catano.
Se um dia as finanças fizerem um furacão lá em casa, eu estou pronto e prevenido.
Os papéis da finanças estão todos em caixas de sapatos. E o arquivo geral é a caixa grande dum micro-ondas.
Por isso, senhores das finanças, tudo o que procuram está dentro da sapateira.
E longe da janela.
Estou com um bloqueio criativo.
Preciso de ajuda.
Estou a moer em seco.
Sem ideias e a precisar de muitas.
Preciso de temas.
Exijo sugestões.
Exijo comentários.
Exijo soluções.
Tu! Leitor ou leitora parasitária deste blog,
Tu tens responsabilidades.
Toca a parir estupidez em forma de palavras.
Com sentido ou desconexas.
Lineares ou bipolares.
Exijo-to!
Comenta-me.
Enche-me da tua ideia mais absurda.
Obrigado.
Ufa.