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O meu pé olimpicamente grande

Ir aos Jogos Olímpicos é como ser convidado para o casamento duma prima fina. Os convidados compram roupa nova, uns sapatos novos e tomam banho.

Depois vão todos pinpões para o casório.

Isto aplica-se aos convidados. Para os noivos a fasquia sobe. E para a noiva está mais alta do que o céu. Está para aí a 5 metros, como se fosse um exercício de salto à vara e aos olhos de toda a gente.

Nestes jogos Olímpicos. nós tinhamos duas noivas. Uma do povo: forte, bruta e de fibra – a Vanessa Fernandes – e outra fina e doce, a Naide Gomes.

A Vanessa Fernandes ganhou a Medalha de Prata. E ainda resmungou com os seus novos fãs chineses. A Naíde Gomes saltou menos do que um gafanhoto sem uma perna.

Porquê? Porque fez dois saltos nulos. Pisou o risco limite.

Naide Gomes devia ter cortado as unhas dos pés.

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Pensamento do dia

As casas limpam-se a pano.

E os sexos, a língua?

Chefe, chegaram as férias, tchau!

Qual é a vantagem das férias?

“DESCANSAR ESTÚPIDO”, gritais em conjunto.

Pois eu não acho. Tenho uma teoria que quero partilhar convosco. A malta precisa de férias não para descansar mas para sobreviver. Para sobreviver ao chefe.

Pois claro.

Só nas férias é que percebemos o pequeno poder terrorista que o torcionário do chefe exerce sobre qualquer um de nós, da plebe, do povo.

Assim quando chegam as férias, há um peso que desaparece. Há um telemóvel que não se atende. Há a impossibilidade de comunicação.

Por outro lado perde-se o divertido que é imaginar planos para derrubar o chefe. Para o corromper, maçar, aborrecer, irritar, neutralizar.

Acho que vou mandar umas mensagens para os escravos que estão a trabalhar dando-lhes um par de ideias para enfurecer o chefe.

É o chamado terrorismo de controlo remoto.

O brasileiro escapou à bala. E ao hospital?

O brasileiro Wellinton pediu para mudar o médico que o assistia.

Wellinton era o brasileiro sortudo que participou no assalto ao BES. O outro foi prejudicado pelo excesso de pontaria do policia do GOE.

Wellinton levou com uma bala com sentido humanitário que lhe acertou na cabeça, sem acertar no cérebro, na coluna ou nas artérias principais.

Pois… Mas o que ele não conseguia prever é que o médico que o assiste no Hospital de S. José em Lisboa é genro duma das reféns a médica ensonada Teresa Paiva. A prima do Soneca da Branca de Neve e dos Sete Anões.

Coitado do genro que agora deve ter o coração nas mãos.

O brasileiro só pode esperar que a sogra e o genro não se dêem bem. Mas mais vale ser tratado pelo sogro duma refém do que pelo primo do GOE

Os assaltos tiram-me o sono

Estou com insónia. Estes assaltos tiram-me o sono.

Nesta altura dos Jogos Olímpicos até dá jeito. Para ver as transmissões televisivas. Mas depois os atletas portugueses nunca passam sequer à final e nem ganham nem uma medalha de latão. Fico sem sono e deprimido.

A onda de assaltos não pára. Bancos, papelarias, talhos… Só as lojas do chinês, dos trezentos e dos ciganos parecem a salvo. As do chinês e dos trezentos por falta de caixa. As dos ciganos porque tem imunidade diplomática.

Volto à minha falta de sono. Cansei-me e procurei ajuda. Fui às páginas amarelas e descobri uma médica especialista em sono.

Óptimo. Teresa Paiva, neurologista, especialista em sono.

Fui marcar uma consulta. Por telefone. “A senhora doutora não está. Está no banco”. Nesse mesmo. No do assalto. Feita refém.

Vi-a ontem na entrevista na SIC. Contou tudo. E disse que tinha INSÓNIA!

A médica do sono tem insónia?

E o talhante, é vegetariano?

E o padre, faz sexo com as paroquianas?

Faz, claro!

Neurologista lamenta falta de apoio psicológico
Refém do assalto ao BES critica condições de segurança dos bancos

in Público

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Vamos assaltar? Traz as crianças…

Depois dos brasileiros terem mostrado a Portugal como se realiza um belo assalto com final dramático, os portugueses resolverem mostrar ao mundo que conseguem fazer ainda melhor, ainda mais dramático.
O assalto correu mal, não havia TV e os GNR do campo tem menos pontaria do que aqueles snobs dos GOE. No argumento destes assaltantes ficou escrito que a criança levou um tiro. E morreu.

Como isto não é um filme e a família dos alegados assaltantes ficou zangada não com os familiares mas com a polícia, vai apresentar queixa.
um brasileiro se lembraria de tal.

Proponho por isso que nos carros usados para assaltos com crianças se cole no vidro traseiro o símbolo de “Bebé a bordo”.

Familiares vão avançar com um processo-crime
Loures: GNR abre inquérito ao incidente que causou a morte de uma criança in Público

O Ego transborda as bordas de mim

Assalto´

Dia Nacional do Ego.

Uma citação num jornal nacional.

No Público.

Jornal do qual sou leitor compulsivo.

Assalta uma dúvida. Uma única.

“Assaltar” é capaz de ser uma má palavra aqui, neste contexto.

Volto à vaca fria.

O facto de ter sido citado pelo Público irá reduzir a liberdade com que escrevo aqui no Palpitar?

E se um dia eu escrever uma barbaridade em forma de humor e aparecer citado? E se as pessoas que lerem no jornal não perceberem o contexto deste blog?

Pelo menos já sei uma coisa: Depois deste artigo convém-me evitar comer em picanha em restaurantes brasileiros.

Olha, vou comer chinês, que está na moda.

O valor do dinheiro

Se todos tivessesmos cérebro, eu ganharia menos dinheiro

Há malucos ainda mais malucos do que eu

Fez sexo com 400 vacas

A polícia brasileira deteve um homem que terá mantido relações sexuais com 400 vacas. Getulino Paraízo, de 53 anos, confessou que não gosta de mulheres e só se excita com vacas e cavalos.

A polícia acusa-o de torturar animais, já que o indivíduo furava os olhos aos animais antes de ter sexo com eles e matava-os depois.

Aqui em Portugal não chegamos a tanto.

Só fazemos sexo com um vaca.

No dizer um poeta popular:

Todas as mulheres são umas vacas…

EXCEPTO!

A minha mãe e… a minha irmã.

A minha irmã até prova em contrário

Uma medalha, por favor…

Os jogos Olímpicos não estão a correr nada bem para os atletas portugueses.

Até os que praticam judo não conseguem ganhar nada.

A menos que ir ao tapete seja uma coisa boa.

Só em Marrocos.

Os judocas estavam na melhor forma de sempre. O Francis Obikuelo diz que vai ganhar a medalha de Ouro. A Vanessa e os outros tria-atletas espumam saúde competitiva.

Só me consigo lembrar doutra grande expedição ao Oriente: o Mundial de Futebol da Coreia e do Japão: fomos lá ganhar aquilo e acabamos a bater no árbitro.

Será um problema de jet-lag, de poluição ou os outros são melhores?

 

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